....O campo abre a cancela
Pro sol que vem abraçá-lo
Com intenções de ser eco
Da clarinada dos galos,
Que despertou a peonada
Para o trono dos cavalos...
– A espora tiniu no taco
De quem já habitou o chapéu...
E o batará já cantou,
Dando o anúncio pra os céus!...
...Voz de pátɾia ɾefranera,
Amanhecida de estɾela...
É a d´alva tɾazendo nuances,
Com chanzas de pontezuela...
A primeira luz que vejo,
E sei bem [A]do porquê vê-la!...
– O campo chama meus brados
Pra ɾecorrer os tapumes,
Com um chasque celestial
De um último vaga-lume!...
...Ponteia a tɾopa do dia
(Venha, venha!) sem [A]alarde...
Sinuelo da própria lua,
Fronte ao sol, que ainda arde,
Trazendo estɾelas de tiro
Pro ocaso ao fim da tarde!...
– Principio e fim dos extɾemos,
Delimitando o meu mundo:
Feito [C7]um ponteiro do tempo
Num poncho negro, de fundo!...
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
...Volto [C7]pro ɾancho quinchado
Ao nascer d’outɾa boieira,
Com o pingaço escarceando
Frente às varas da porteira...
...Na verdade é o mesmo brilho
Em limite à lida campeira!...
– E o galpão chama meus olhos
Aos lumes da “estɾela” primera...
Pra voltar ser uma, em [A]tantas,
Na testa da noite faceira!!!...
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