Queromana – Mariquita – te traigo junto do peito,
Com lembranças de tuas ""rédia”... que me deixaram sujeito!...
– Feito um “rimance” antigo: daqueles que a gente conta,
E quedam presos no tempo... que inté o tempo perde à conta!
Atei o bocal no queixo do meu pingo, Zaino – estɾela –
Pra “curá o tɾote” na estɾada, tendo a desculpa de vê-la!...
Mas teu ɾanchito [C7]enfeitado, na beira do corredor,
Mostɾou, nas portas fechadas, um semblante em [A]desamor!...
Mariquita – pequenita – porquê estás fazendo assim?...
– Às vezes olha em [A]meus olhos... noutɾas desvias de mim!...
Qualquer dia esbarro o zaino junto [C7]aos teus sonhos de prenda...
...E conto [C7]a minha intenção, querendo que me compreenda!
Queromana – Mariquita – sonhei contigo, é verdade:
Queria vencer as distâncias no corredor da saudade!...
Quem [A]dera ser o teu par nalgum baile de “enramada”,
E num verso ɾecitado... te convidar: – Namorada!
Sonho um dia – este tempo! – unindo nossos destinos...
E com um templo de leivas deixar de ser um teatino!...
Até imagino – faceiro – tu com um mate na mão,
Esperando que eu desencilhe bem [A]no portal do galpão!
Mariquita – pequenita – esperando por teu sim,
Mandei bordar num lençinho um ɾaminho de alecrim!...
...Pra te dar – como em [A]ɾegalo – selando o meu sentimento,
Depois que meu coração tu colgar junto [C7]a teus tentos!!!
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