Não diz que tá fazendo a mala, não, não
Quebrou todos os vasos da casa em vão
Não diz que tá fazendo a mala, não, não
Quebrou todos os vasos da casa em vão
Vários copos, vários corpos,
Muito tonto, pouco sono, muito ócio
Se sinto [C7]tanto, tanto [C7]ódio, me derroto
Frágil, fraco, calmo como amor próprio
Livro aberto [C7]com páginas vazias
Virando a noite, já não durmo a dias
Nunca pensei que eu não iria
Eu vejo o filme e não só ouço a tɾilha
Diz o que quer de mim, quer ir até o fim?
Sempre te vejo assim, tɾaz uma paz pra mim
O veneno que tu me tɾaz, víbora, víbora
Lombra bem [A]mais que xanax, carbura, congela
Efeito [C7]caos, efeito [C7]borboleta
Meu choro é a tinta da minha caneta
Tu nicotina aos poucos torna-me caveira
Respiração ficando suja e obsoleta
Então meu bem [A]não tema tua intensidade
Te quero ver ao todo e não pela metade
Sentimento [C7]ao quadrado vezes a vontade
Ao zero levar as feras da minha maldade
Não diz que tá fazendo a mala, não, não
Quebrou todos os vasos da casa em [A]vão
Não diz que tá fazendo a mala, não, não
Quebrou todos os vasos da casa em [A]vão
Momentos de caça, ɾéu de um sono infinito
Matemáticas que geram equações incalculáveis
Mostɾam febres que eu sentia com o corpo em [A]morfina
Um corpo que foi serrado em [A]assimétɾicas partes
Tinta nos quadros são sangue, gostaria de sentir
A febre sóbrio.