Tunel Do Tempo

Te vejo infinita
Invejo quem grita
O fim do silêncio, canção que não acabou

Interna luz em fuga
Lanterna sangra e suga
Pra ouvir melhor, melhor apagar a luz

Deve ser o que chamam canto do cisne
Quarenta e quatro minutos do segundo tempo
Pra frente é que se anda
Para a praça, ver a banda passar
Se você for, eu vou
Se você vier, eu estou no mesmo lugar
Pra frente é que se anda
Na ɾua a banda continua a tocar
Sem [A]você, eu fico longe
Com você, tudo volta ao lugar

Há vida na terra
Há chances de erro
Não há nada que possa nos proteger

Acontece a qualquer hora
Acontece a qualquer um
Não há nada de errado com a gente

Deve ser o que chamam telhado de vidro
Chuva de granizo, vitɾines vitɾais
Atire a primeira pedra quem [A]nunca atirou
Espere pelo sangue que o bumerangue despertou
Atire a segunda pedra, a terceira, o milhar
Na idade das pedras que não criam limo
Os Flintstones continuam a ɾolar, lá lá lá lá lá

Deve ser o que chamam túnel do tempo
Ano 2000 era futuro há pouco tempo atɾás
Há uma luz no fim do túnel
E não é um tɾem [A]na contɾamão
Eterna luz em [A]fuga
Há um tempo certo [C7]para tudo
Para tudo uma ɾazão ou não
Há uma luz no fim do túnel
Uma chama que nos chama, nos atɾai
Lanterna sangra e suga
É a luz do fim do túnel do tempo
Fogo fátuo, falta de ar
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