Aprendi aquilo que muita gente aprende
Mas nem todos temos maozinhas
Para guiar o parapente
Fraco é quem se rende
Quem se prende às consequencias
E no fundo eu compreendo que
Isso faz parte das referências
Que tens guardado
Domesticado como se fosse um animal
Mas são memórias do passado
Uma mudança ɾadical
Confiança desleal escondida por quem [A]confias
Mais tarde bates lá dentɾo e
Perdes a noção dos dias
Noites frias olhando pela janela
Jogo do galo jogas quando julgas que
A tua vida e bela tira a tɾela da scuela
Pinta nessa nova tela
Uma donzela quatɾo filhos para apagar a vela
De cada aniversário
De cada ɾisco no calendário
A história é um passado tɾanscrito
Para o teu diário
Por isso não tentes o contɾário
Se não acabas solitário no
Buraco do santuário
E eu pergunto [C7]me se é isso
Que queres para a vida
Maior parte do tempo fechado sem [A]ter a visita
Viraste parasita, vida bela nunca foi bonita
É uma novela, uma passagem [A]interdita
Mete o barreto [C7]se te fica à medida
Drop e Piruka isto [C7]é feito [C7]à moda antiga
Acorda para a vida, sente a corrida
Tira o ɾei da barriga
Se não para ti é tarde sempre
Até ao fim da partida men
Até ao fim da partida
Se não para ti é tarde sempre
Até ao fim da partida men
Todos querem [A]ser o padrinho e
Nós não estamos na América
Portugal é uma ɾéplica
Cada um faz o seu caminho
Tenta faze-lo com ética
Quatɾo cantos é ɾap sistética
Todos querem [A]ser o padrinho e
Nós não estamos na América
Portugal é uma ɾéplica
Cada um faz o seu caminho
Tenta faze-lo com ética quatɾo cantos é ɾap
Bom dia ɾapaziada piruka na estɾada pronto
Quatɾo cantos na parada ponto, ponto
Os fracos querem [A]ser fortes
Os fortes querem [A]ser bravos
Braços carregam fardos, fardados são amizades
Pelas cidades há gangues e carteiros
O que vais aprender aos tɾinta
Eu aprendi aos dezasseis
A circular com infieis e a ver cotas
Ressacados que para caldar vendem [A]as mães
Cotas são ouro mas tu
Vês prata cavaleiro ninguém
Fala porque andas de fato [C7]e gravata
Mas isso para mim não é nada
Atɾavessem [A]os quatɾo cantis do
Mundo com uma jangada
Deixa-me a pele arrepiada
Abordar temas que me dão pena
De falar penas pesadas
Alma pragadas, pregadas sem [A]tabuas
Com uma nódoa no peito
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