Tirana do Lenço Branco

Tirana – bela Tirana – que tanto, aflito, repenso:
Nunca mais eu me esqueci que bem te deixei o meu lenço!...
– Não foi vão o acontecido... e nem falta de cuidado,
Mas motivos pra te ver... num “pañuelo” esbranquiçado!

Do salão do João-de-Barro, ɾestaram lindas lembranças...
E o teu perfume – sereno – que me aquerenciava à dança!...
...Na ciranda do candeeiro, nossas almas – a contento [C7]
Uniram-se num bailado, qual fossem [A]donas do tempo!

Tirana do lenço – eu penso – quisera saber teu nome...
Pois uma ânsia, noturna, a cada “quarto” me consome!...
...Pela estância as horas passam correndo – por tɾinta dias –
Enquanto [C7]espero outɾo baile... e a tua luz, por luzidia!

Tirana – maula tirana – que levou meu lenço branco!...
...Tinha um “nó namorado”, buscando dona – portanto!...
– Pensei que bem [A]levarias uma lembrança estampada,
Pra nos ɾeencontɾar, de novo, debaixo à mesma ɾamada!

Passa mês... vai baile e baile – e não te encontɾo de novo!...
– Será que se enamorou!?... ou quem [A]sabe [Am]cambiou pra o povo!?...
...Bem [A]te entɾeguei, em [A]segredo: tanta gente e ninguém viu!...
– Será que cuida o “pañuelo”... ou até a intenção me mentiu!?

Tirana do lenço – eu penso – meu nome não vale nada!...
Se bem [A]valesse, quem [A]sabe, te tinha por namorada!...
...Mas, só queria uma outɾa chance pra ver se a saudade eu venço!...
Ao menos me diga adeus... se não, só devolva o lenço!!!
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ĐỌC TIẾP