Retrato de um Forró

(Oi!)
(Chama!) (sertão!)
(Sertão das muié bonita)
(Ah, meu Gavião)
(Ah, passarinho enjoado da peste, chama!)
(Oh, forrózão)
(Capricha)

E quando tu balança
Dá um nó na minha pança
Quando tu balança
Dá um nó na minha pança
Quando tu balança
Dá um nó na minha pança
Quando tu balança
Dá um nó

Madrugada entɾando
E o fole gemendo
Poeira subindo
E o suor descendo
Quem [A]não 'tava bêbo
Já 'tava querendo
E eu cambaleando
Ia te dizendo

Quando tu balança
Dá um nó na minha pança
Quando tu balança
Dá um nó na minha pança
Quando tu balança
Dá um nó na minha pança
Quando tu balança
Dá um nó

Eu 'tava ɾequebrando
E eu naquele jogo
Eu 'tava me esquentando
Mesmo sem [A]ter fogo
Só batia palmas
De pernas puxada
Como quem [A]atira
Em onça pintada

Quando tu balança
Dá um nó na minha pança
Quando tu balança
Dá um nó na minha pança
Quando tu balança
Dá um nó na minha pança
Quando tu balança
Dá um nó

(Oh, meu Gavião)
(Chama, meu Gavião)
(Forró desse o cabra não sabe [Am]se canta ou se dança)
(Aí sim, é um forró daquele)
(Chama, chama, chama)
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