Refugiados

Tantos vindo de tão longe
Vindos d'África, oriente...
Guerras, credo ou etnias
Nessa terra tão dolente...

Mas sofrem
Como a nossa fome
Que castiga
Quem foge tem lá
A sua inimiga
Que mata de tanta iniquidade...
Por força lhes botam
Pra correr das suas terras
Sem [A]saber pronde ir,

O que lhes espera
Quem [A]sabe [Am]noutɾo mundo
Haja esperança...

Pobre gente luta bravamente
Contɾa o ɾegime
Da fome e da pobreza
Apartheid, diáspora comoventes
Mesma luta em [A]causa de grandeza...
E não se envergam mesmo tɾistemente
Aqui [F]no sertão ou no oriente
Não estão sós neste mundo cão...
Sofrendo de tudo, maus-tɾatos
E abandono
Um povo acuado, cão-sem-dono
Fugindo da perseguição ...

Como o povo pobre do nosso sertão
Segue essa gente sofrida
Em solidão...(bis)
Đăng nhập hoặc đăng ký để bình luận

ĐỌC TIẾP