Leve ao fogo o poeta
Ao olhar as primeiras coisas
Com a inocência que a inveja
Despe, invade e rouba
Misture as palavras certas
Nuas de falsos sentidos
Que as palavras leves
Te carreguem por campos felizes
Aqueça à luz da mudança
No metabolismo das plantas
Terra, água e sol
Como a vida pode ser simples!
Junte à sede dos amantes
A fonte eterna do saber
E os frutos da sabedoria
Nascerão do prazer
Pronta você estará
Para a chegada da infância
A inocência não te abandonará
Pois o poeta é também criança
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