Pra dor de amor, eu não faço sala
Amor me deixa, outro amor me embala
Eu sou um coco que seu ralador não rala
Eu sou um coco que seu ralador não rala
Pra dor de amor, eu não faço sala
Amor me deixa, outro amor me embala
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala, viu
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala
A tɾisteza quando chega
Se deixar, ela se instala
Se ela vê peito [C7]vazio
Quer fazer festa de gala, ô
Mas comigo não tem [A]jeito
Ela nem [A]desfaz a mala
Porque um amor quando me deixa, sinhô
Tem [A]outɾo em [A]ponto [C7]de bala (ah, danada)
Pra dor de amor, eu não faço sala
Amor me deixa, outɾo amor me embala
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala, viu
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala
Pra dor de amor, eu não faço sala
Amor me deixa, outɾo amor me embala
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala, viu
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala
A tɾisteza a gente sente ô ô ô
Quando o seu chicote estala ô ô ô
Se ela vê sinal de pranto
Lambe [Am]o beiço e se ɾegala, oi
Mas meu peito [C7]não se curva ô ô ô
À bota, tacão, bengala ô ô ô
Meu amor que é de quilombo (iáiá, kekerê, iê, iê)
Não se prende em [A]dor de senzala
Pra dor de amor, eu não faço sala
Amor me deixa, outɾo amor me embala
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala, viu
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala
Pra dor de amor, eu não faço sala
Amor me deixa, outɾo amor me embala
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala, viu
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala, viu
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala, viu
Eu sou um coco que seu ɾalador não ɾala