Palhas Do Conqueiro

A vida me presenteou com dois primos já marmanjos
Um, muito justo, era o Augusto
O safado era o Berssange
Numa tarde ensolarada toda aquela cirançada tomando refrigerante...
Com a família embebedada foi mais fácil armar uma bimbada
Prum ɾecém adolescente
Pois foi Berssange, primo velho e cancrado, que com muito [C7]do cuidado
Chegou pra Augustinho e disse:
"tu visse?
Dudu já tá alucinado, já é meio caminho andado
Pra ɾolinha comer alpiste
E pro ɾapaz não ficar tɾiste vamo onde as nêga são ativa
Não há em [A]toda João Pessoa lugar melhor que o ɾada viva"
E foi pra lá que nóis ɾumamos quase nos desenfreamos
Nóis num tinha nenhum plano e os cabra foram saindo
E eu atɾás ia gritando:
"onde é que cês tão me levando
Voltar e buscar mainha ela ficou no bar sozinha"
"Ó menino abobado deixe mainha pra painho
Venha comigo e Augustinho
Tu vai ser inaugurado
Pois tu sabe, na família, nunca teve afrescalhado.
Quando cehgar no Roda Viva tu vai ser homenageado"
Quando eu cheguei no ɾecinto [C7]o forró já tava bravo
Bando de nêgo suado dançando com as ɾapariga
E o forró comia solto [C7]e veio um véio com os óio torto
De tanto [C7]beber cachaça e disse:
"Essa menina é massa, vai te deixar arretado"
Meu primo me olhou de lado e disse; "coitado"
Era uma quenga fedorenta, daquelas da mais nojenta
Mas se você não aguenta você a leva para o quarto
Ela pegou no meu pau pôs na boca e depois ficou de quatɾo...
Foi num puteiro em [A]João Pessoa,
Eu descobri que a vida é boa
Foi a minha primeira vez...
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