Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
Tua piscina 'tá cheia de ɾatos
Tuas ideias não correspondem [A]aos fatos
O tempo não para
Eu vejo o futuro ɾepetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para
Não para, não, não para
E o tempo não para, não
Tua piscina 'tá cheia de ɾatos
Tuas ideias não correspondem [A]aos fatos
E o tempo não para
Eu vejo o futuro ɾepetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para
Não para, não, não para