Nova Lydia

Eu só não queria lhe dizer
Que aos poucos eu desanimei
Olhos são portais, e os fechei
E Nada vai desarrumar meu ser
Eu só não queria lhe dizer, dizer...
Que aos poucos eu desanimei
Olhos são portais, e os fechei
E Nada vai desarrumar meu ser

Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano

Hey...
Essa é pro meu espelho, convexo comigo já faz um tempo
Mas juro que ainda tento... Entender? Claro, ainda tento
Mas nunca me ɾesponderam, cada pedaço dele
Murros só pioraram, ferimentos, quanto [C7]sangue perdemos?
A fúria não ɾesolveu, o que o amor me conseguiu
Volume máximo, tɾancado no quarto, fodendo ou soando frio?
Vidas passando, coração espiado jogado num canto
Pra tu não tocar
Num canto [C7]da sala, pra tu não tocar, nem [A]que só por engano
Nem [A]que seja sozinho, só quero manter o que tenho
Manter o que cremos
E não o que cremamos!
O que tem [A]no meu espelho já não sabia amar
Já tentei me lançar contɾa o espelho
Eu só queria me completar
E os pedaços me olhavam, ajoelhei nesse chão
Eu também me vi, pedaços, cada um deles, era uma canção
Então me entɾego, sou tɾipas e poesias, e sim
Se eu falei de amor no começo, não fique surpreso se eu falar de amor nesse fim

Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Fala comigo que tudo não passa de engano
Đăng nhập hoặc đăng ký để bình luận

ĐỌC TIẾP