Nada a Ver

Nada a ver
(Humberto Gessinger)
Um cão sem dono, uma árvore no outono
O Nono mês de gravidez
Eu perco o sono, ao som de Yoko ono
E telefono pra vocês
Ás vezes eu acordo assutado
(A gente não tem nada a ver)
Mas quando eu te vejo do meu lado
(A gente não tem [A]nada a perder)
De dia eu não te vejo nem [A]desejo, eu vejo que não dá
(A gente não tem [A]nada a ver)
Toda a noite, a noite inteira, eu penso em [A]ti, eu penso em [A]te encontɾar
(A gente não tem [A]nada a perder)
Nada a ver, nada a perder, nada a fazer, nada não....
Sinto [C7]muito, sinto [C7]tanto, no meu canto, enquanto [C7]a noite cai
(A gente não tem [A]nada a ver)
Sinto [C7]saudade, é verdade, nunca é tarde, enquanto [C7]a chuva cai
(A gente não tem [A]nada a perder)
Eu fico sem [A]saber o que fazer, o que vai ser amanhã de manhã
(A gente não tem [A]nada a ver)
Eu sonho com elegância, arrogância, extɾavagância do Duran Duran
(A gente não tem [A]nada a perder)
Nada a ver, nada a perder, nada a fazer, nada não....
Às vezes eu acordo assutado!
Às vezes eu acordo do teu lado!
Às vezes eu fico acordado !
Às vezes eu te vejo...
Às vezes eu te beijo...
Às vezes eu desejo...
Às vezes eu...
Nada a ver, nada a perder, nada a fazer, nada não....
Nada a ver, nada a perder, nada a fazer, nada não....
Contɾibuição:
Leandro Maciel
Lmaciel@rol.com.br
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