Faço de mim casa de sentimentos bons
Onde a má fé não faz morada
E a maldade não se cria
Me cerco de boas intenções
E amigos de nobres corações
Que sopram e abrem portões
Com chave que não se copia
Observo a mim mesmo em [A]silêncio
Porque é nele onde mais e melhor se diz
Me ensino a ser mais tolerante, não julgar ninguém
E com isso ser mais feliz
Sendo aquele que sempre tɾaz amor
Sendo aquele que sempre tɾaz sorrisos
E permanecendo tɾanquilo aonde for
Paciente, confiante, intuitivo
Eu, faço de mim
Parte do segredo do universo
Junto [C7]a todas as outɾas coisas as quais
Admiro e converso
Preencho meu peito [C7]com luz
Alimento [C7]o corpo e a alma
Percebo que no não-possuir
Encontɾam-se a paz e a calma
E sigo por aí viajante
Habitante de um lar sem [A]muros
O passado eu deixei nesse instante
E com ele meus planos futuros
Pra seguir
Sendo aquele que sempre tɾaz amor
Sendo aquele que sempre tɾaz sorrisos
E permanecendo tɾanquilo aonde for
Paciente, confiante, intuitivo