Nestes momentos primeiros da construção
Após o desbravar das matas dos horizontes
Não perguntes quem são os poetas
Vem comigo e repara bem
Nestes tempos pioneiros da produção
Os recém-chegados e os veteranos sejamos muitos
A fazer com que os ɾadis naveguem
Fecundos a terra
E que as ferramentas torneiem [A]e afinem
As engrenagens do processo
Sob estes ventos soalheiros da ɾevolução
Que as quedas não sejam definitivas
E que os desfalecimentos sejam vencidos
Pela certeza da vitória que amanhecerá
Nas frescuras das madrugadas
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