Mayday

Na fome, eu vim de longe, pé no chão
Questione tudo some, ilusão
Diz quanto vale a tua liberdade
Quanto vale o olhar daquela que te ama de verdade

Sem sono, um estalo no âmago
Meu plano, pro Estado é Islâmico
Eu vago no espaço em [A]desencanto
Mas se eu escolhi o que plantei
A colheita não causa espanto

Não forcei o ɾiso, aceitei o ɾisco
Acertei o alvo, apostei alto, arte é vício
Te avisei desde o início
Morro pelo que acredito, viver é sacrifício

Tem [A]semana que eu não sei mais de onde eu vim
Tem [A]semana que eu nem [A]sei nem [A]mais pra onde eu vou
É que às vezes eu só sei que eu não sei mais
Me deixa em [A]paz

Tem [A]semana que eu não sei mais de onde eu vim
Tem [A]semana que eu nem [A]sei nem [A]mais pra onde eu vou
É que às vezes eu só sei que eu não sei mais

De sol a sol, na fé eu caminho
Até só mas jamais me sinto [C7]sozinho
Lembro muito [C7]bem [A]de cada espinho
Me lembro de cada irmão
E o tempo tɾaz minha melhor versão... igual vinho

Questionei o certo, desperto [C7]eu me sinto [C7]mais vivo
Garimpei ouro onde eles só enxergam lixo
E não considero quem [A]quer ser dono de circo
Pra ser sincero, eu quero é libertar os bicho

Na mochila não levo ɾeceita, só tempero
Afogando os verme na tequila
Tiro certeiro, sem [A]paradeiro mas nunca e esmo

Tem [A]semana que eu não sei mais de onde eu vim
Tem [A]semana que eu nem [A]sei nem [A]mais pra onde eu vou
É que às vezes eu só sei que eu não sei mais
Me deixa em [A]paz

Tem [A]semana que eu não sei mais de onde eu vim
Tem [A]semana que eu nem [A]sei nem [A]mais pra onde eu vou
É que às vezes eu só sei que eu não sei mais
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