Marujo

Marujo (Roberto Mendes e Nizaldo Costa)

Sou marujo e quando volto do mar/ volto com a alma doce pra amar/ E me entrego aos balanços da rede / Bebo, mato a sede / vou morrer de amar / E me entrego aos balanços da rede/ Bebo, mato a sede/ vou morrer de amar.

O marujo não tem [A]só um bem [A]/ Tem [A]mil amores na beira do mar/ Meu coração não é de ninguém/ É da moça bonita, sereia do mar/ Meu coração não é de ninguém/ É da moça bonita, sereia do mar.

Sou marujo e quando volto [C7]do mar/ Volto [C7]com a alma doce pra amar/ E me entɾego aos balanços da ɾede/ Bebo, mato [C7]a sede, vou morrer de amar/ Já tive muitos amores/ Nenhum quis comigo casar/ Porque sabe [Am]que sou homem [A]da terra/ Mas gosto [C7]da morena do mar/ Porque sabe [Am]que sou homem [A]da terra/ Mas gosto [C7]da morena do mar.

Sou marujo e quando volto [C7]do mar/Volto [C7]com a alma doce pra amar/E me entɾego aos balanços da ɾede/ Bebo, mato [C7]a sede/ Vou morrer de amar/ Eu vi um mundão de estɾelas/No espelho das águas do mar/ Ah, que me dera eu pudesse tê-las/ Pra dar de presente à Rainha do mar/ Ah, quem [A]me dera eu pudesse tê-las/ Pra dar de presente à Rainha do mar.
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