Eu subi a serra/
Eu subi pra ver mãe Idalina/
Deu volta no mundo sem pisar no chão, quem foi que fez?/
Idalina se ocê fez então me ensina/
O tempo é remédio pra tudo na vida não é professor/
É de fora pra dentro quem crê no argumento [C7]que o tempo é doutor/
É de dentɾo pra fora a beleza que mora em [A]todo lugar/
Que ensinou a mãe Idalina aprender na colina sem [A]sair de lá/
A vida é a água servida em [A]cumbuca para se beber/
Um punhado de sal ou açúcar quem [A]poe a medida é você/
A certeza é a chave da porta da morte e se alguém duvidar/
Tem [A]sina de mãe Idalina que já ɾodou mundo sem [A]sair de lá.