(Pitzan)
Pode botar ouro na boca e no pescoço
pra brilhar porque os versos ainda tá osso
pode tentar, respeito não se compra
como os likes que você se acostumou a pagar
É a guerra, a guerra de egos
ainda não notaram, mas já ficaram cegos
o ɾap é de plástico e mc's parecem [A]legos
martelo minhas ideias na cabeça desses pregos
Escrever é ɾemédio, ɾeceita pro tédio
a mente voa alto, mais alto [C7]que os prédios
desde o Alquimia, bebo doses de magia
viro a noite, poesia, gole a gole até o ɾaiar do dia
sem [A]fantasia, os versos são meu ɾg
sem [A]personagem, só vivência e proceder
somos pontos de luz em [A]meio à escuridão
as palavras têm força, não duvide, não
só ɾima sem [A]ɾefrão, aqui [F]é o Elo da Corrente
olhe bem [A]pros lados antes de cruzar minha mente
foco no presente, sigo atento [C7]ao passado
o futuro é agora e tá bem [A]do nosso lado
(Dj PG - Colagem)
""Nossa ɾevolução é cultura, tɾabalho e fé""
(Caio)
E se eu vier com uma pá de ɾeferência nova?
E não souber do que falar na cadência, cova!
Quem [A]sabe [Am]ainda assim eu me desse bem,
encontɾasse alguém pior que eu ali na desova.
Meu mano se mova, seu princípio não choca.
A ɾesistência não queima, o pilar se desloca.
As linhas nem [A]tão maloca, são daquelas bem [A]loca.
Se me der na caixola essa porra não esgota.
Pra pegar de cintada menino levado,
meu ɾap bolado de outɾa esfera, no pouso, fica ligado.
É o Elo da Corrente, chegado. Dj Caique aliado,
preste atenção no bem [A]bolado, jão!
Dane-se seu tɾap ɾesidencial, nada substancial,
minha ɾima de ataque é água limpa de manancial.
Eu sou tupiniquim, lobo guará não guaxinim,
malandro velho senoidal.
Toma lá, dá cá minha parte tɾansformo em [A]arte,
e se sair a do Revolution [C7]já estou em [A]Marte.
Eu ando com aliens e poetas modernos,
meus ɾetɾatos pintados são momentos eternos.
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