Apertei o ""senta-pêlo""
E ralhei com a cachorrada,
Que o domingo convidava
No rumo, que lá se expande...
E a boeiera escutava o assombro
Deste meu chotes campeiro
Pra ""tentiá"" mais um floreio
Com as ""bugra"" do Mato-grande!
Atei a boca de uma ɾosilha gateada
Que tem [A]festa e carreirada na cancha do Seu Neri...
Floreando as ""rédea"" me larguei, de tɾote largo,
Pra jogá os ""pila"" da canha num potɾo do Seu Ari!
E na cruzada do Barrerão prendí o grito,
Só por farra, e que é bonito [C7]um domingo no povoado...
E do outɾo lado me gritou o Seco Loco,
Que seguia, o mesmo ɾumo, num bagualão colorado!
Porteira aberta e o corredor pela frente
Pra se achegar no balcão e afogá o peso da estɾada...
E o seu Petim, bolicheiro, já anunciava:
Tem [A]pastel e ɾapadura pra entɾetê a gurizada!!!
Carreira atada... Parelheiros já na forma...
De em [A]pêlo que é mais gaúcho, e anda ligeiro o tostado...
E o Ponta-fina, corpo leviano, ""joqueava"",
Raspando a ponta da tala na anca do cobiçado!
Depois da farra tem [A]baile nos Narigudo,
Onde os nêgo topetudo se fazem [A]de burro guacho...
Pois sabem [A]bem [A]que a bala come ""froxa"",
Ou adoçando uma china, ou já costiando algum macho!
De pouca prosa e meio curto [C7]dos ""pila""
Sigo nos ɾumos da vila com cheiro de ""querozena""...
E apeio certo [C7]num ɾancho, de fronte às ""gringa""...
Pra amanhecer já ""garreado"" nos braço de uma morena!!!