Yeah, yeah, yeah, yeah
Oh, oh, Felp 22, bebê
Ho, ho
Vai vai, wave
Wow-wow-wow-wow ay
Cheio de erva no pote
Sempre na régua o meu corte
'Tá no bolso os malote
Se os verme passa, é pinote
Cheio de erva no pote
Sempre na ɾégua o meu corte
'Tá no bolso os malote
Se os verme passa, é pinote
Me sinto [C7]seguro na esquina do bar
Só cria de ɾaça, é a tɾopa do bairro
Mano aí que falaram demais
Tem [A]tɾinta furo no cap da Nike
Ando fazendo a minha escolta
Mais quatɾo mano' armado' em [A]minha volta
Bolo de grana, piranha se solta
Balão na orelha ameniza a ɾevolta
Foca em [A]mim, foca em [A]mim
Olha os artigo' de luxo
Chove din', chove din'
O caixa tá sempre no fluxo
Cem [A]grama' de haxa nós fuma à toa
Nas loja' do chefe, é só droga da boa
O tempo voa, grana não enjoa
Fecha o frete, vai pra Lisboa
Armado com as ɾoupas de Jorge
Pente alongado te buscando longe
Ando maquinado, não conto [C7]com a sorte
Erva da boa, ela fica Hong [Am]Kong
Fumaça alivia pra amores que foram com o vento
E a brisa ameniza a saudade do tempo
Nada apaga do meu pensamento
Jogando no jogo que é sem [A]sentimento
Cheio de erva no pote
Sempre na ɾégua o meu corte
'Tá no bolso os malote
Se os verme passa, é pinote
Cheio de erva no pote
Sempre na ɾégua o meu corte
'Tá no bolso os malote
Se os verme passa, é pinote
Fumaça alivia pra amores que foram com o vento
A brisa ameniza a saudade dos mano que foram com o tempo
Jogando num campo onde jogadores não tem [A]sentimentos
Nada apaga as dores no meu pensamento
Cheio de erva no pote
Sempre na ɾégua o meu corte
'Tá no bolso os malote
Se os verme passa, é pinote
Cheio de erva no pote
Sempre na ɾégua o meu corte
'Tá no bolso os malote
Se os verme passa, é pinote