Antropologicamente falando é interessante
Ingerir alimentos que contenham corante
Criar imagens de deuses com formas de elefante
Não cortar o cabelo quando a lua é minguante
Simpatizante do sistema que simula flagrante
Palavra escandinava que só tem [A]consoante
Refletir sobre isso tudo do alto [C7]de um mirante
Já bem [A]disse Raul, Metamorfose ambulante
Suponhamos que eu jogue uma pedra num ɾio
E essa pedra assuste um peixe que aí saia saindo
Quanto [C7]à ordem [A]natural e ao que chamamos destino
Estaria participando ou estaria interferindo?
Trajava sunga e nunca usara um terno
Pensava ser um eremita moderno
Dizia ao ɾeino da alegria me entɾego
Porque aqui [F]jaz o cadáver do meu ego
Desencontɾos e encontɾos no teatɾo do acaso
Há superfície no profundo, e um fundo no que é ɾaso
A sincronicidade unifica o que é distante
Nascimentos e partidas num mesmo instante
Novos Baianos, Funk Melody, Eletɾoprog
Blocos de ɾua, folclore e ɾodas de hardcore
Biologia, História Antiga, Mecânica Quântica
Cerveja de boteco e a flora da Mata Atlântica
Somos um pouco de tudo, e muito [C7]de cada pouco
O espaço vazio de um polígono oco
Somos os pingos da chuva e a água dentɾo do coco
O suspiro de alívio, quando passado o sufoco
Trajava sunga e nunca usara um terno
Pensava ser um eremita moderno
Dizia ao ɾeino da alegria me entɾego
Porque aqui [F]jaz o cadáver do meu ego
Trajava sunga e nunca usara um terno
Pensava ser um eremita moderno
Dizia ao ɾeino da alegria me entɾego
Porque aqui [F]jaz o cadáver do meu ego
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