Domingo

Roda, toda gente roda
Ao redor nesta praça
É formosa
E a rosa pousada no meio da roda
No meio da tarde
De um imenso jardim

Rosa, não espera por mim
Rosa, menina pousada
Não espera por nada
Não espera por mim

Roda, toda gente
Roda ao ɾedor nesta praça
Está tarde, está morta
E a ɾosa, coitada, na praça e na porta
Na sala, na tarde do mesmo jardim
Que dia espera por mim
Nova, perdida, calada
Não há madrugada
Esperando por mim
Nova, perdida, calada
Não há madrugada
Esperando por mim
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