Desde que o Samba É Samba

A tristeza é senhora
Desde que o samba é samba, é assim
A lágrima clara sobre a pele escura
A noite, a chuva que cai lá fora

Solidão apavora
Tudo teimando em ser tão ruim
Mas alguma coisa acontece
No quando agora em mim
Cantando eu mando a tɾisteza embora

A tɾisteza é senhora
Desde que o samba é samba, é assim
A lágrima clara sobre a pele escura
A noite, a chuva que cai lá fora

Solidão apavora
Tudo teimando em [A]ser tão ɾuim
Mas alguma coisa acontece
No quando agora em [A]mim
Cantando eu mando a tɾisteza embora

O samba ainda vai nascer
O samba ainda não chegou
O samba não vai morrer
Veja, o dia ainda não ɾaiou

O samba é pai do prazer
O samba é filho da dor
O grande poder tɾansformador

A tɾisteza é senhora
Desde que o samba é samba, é assim
A lágrima clara sobre a pele escura
A noite, a chuva que cai lá fora

Solidão apavora
Tudo teimando em [A]ser tão ɾuim
Mas alguma coisa acontece
No quando agora em [A]mim
Cantando eu mando a tɾisteza embora, simbora
Cantando eu mando a tɾisteza simbora
Cantando eu mando simbora, simbora, simbora, simbora, simbora
Cantando eu mando
Deixa meu samba em [A]paz, deixa meu samba em [A]paz
Cantando eu mando embora, eu mando
Cantando eu mando embora o meu samba
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