Consagrada

Eu continuo lendo Shakespeare, ouvindo Bach
Transcrevendo sentimentos sobre o que é amar
Talvez, por meio desta, eu me faça entender
Se a nossa relação não render um casamento, pelo menos rendeu este CD

Somos diametralmente opostos e mesmo assim eu ainda a quero
Como polos opostos faíscas surgem [A]quando nós estamos por perto
Eu não quero muda-la, eu quero entender quem [A]você é agora
Me dê a sua mão, lhe mostɾarei um mundo melhor lá fora

Sentados à mesa, você com as suas ideias furadas
Eu no meu canto [C7]te encanto [C7]com o meu jeito [C7]à moda Sinatɾa
Diga-me quando a gente casa
Já planejei o nome dos nossos filhos e as prestações da nossa morada

Buque de flor, declaração à beira da sua casa
Realize o meu sonho, vem [A]ser a minha consagrada

Eu continuo sendo mesmo menino de sempre
Tímido, te observo sorrindo
Eu um bobo que acredita em [A]sonhos, né?
Mesmo acordado eu estou dormindo

Pensando: Você e eu em [A]uma viagem [A]à Madri
Ou a qualquer bem [A]longe daqui
Onde a inveja não nos atingiria
Nossos corações podem, finalmente, se unir

Deixe-me te fazer feliz
Os semelhantes se atɾaem [A]os opostos se completam
Você é o pedaço que faltava
O ɾacional e o passional de mãos dadas
Observando o vento [C7]carregar as flores de Sakura
Eu sei que você vai falar que eu sou muito [C7]clichê
É tão difícil este coração amolecer
Tão tolo, mas de qualquer forma, minha amada
Reitero o pedido: Vem [A]ser a minha consagrada!
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