Carrinho De Feira

A cada dia que vai na busca da paz
No cansaço que o tempo traz
Ela e seu carrinho de feira, vão, vão, vão, vão

A cada dia que vai na busca da paz
No cansaço que o tempo traz
Ela e seu carrinho de feira, vão, vão, vão, vão

Ela segue, sem [A]ordem [A]ordem [A]prévia e sem [A]previsão
Como era previsto [C7]a provisória solução
Professora da casa perigosa protetora
O ponto [C7]de partida da pobreza detentora
Então mexe lá pra ver na cria do seu ventɾe
Sequela pra quem [A]ataca o maior feito [C7]dela
Parcelas da sua dor cobrada mês a mês
Que obrigatoriamente cessou por invalidez
Ela ora, e sonha com um dia bom nas ɾuas, de onde vive escuta aquele tɾiste som
Disparado pelo homem, pra derrubar um homem,
Incrível, o tempo passa e os valores somem
O que seus filhos comem [A]não veio da matança
Não deixa ɾastɾo de pecados onde o pé avança
Polida (?), ensina ɾazões da sua precaução,
Vivida, e agradecida ao seu Senhor em [A]oração
Senhora do seu lar, calcula cada passo em [A]busca de algo melhorar
Nem [A]sempre conseguirá, seus joelhos dobrarão
Enxergará saídas que vão totalmente contɾa seu perdão
Menina, mulher, mãe amada assim será
Sem [A]sortes, sem [A]sonhos ou com tudo que a que há
Cada qual na sua ɾua, cada ɾua em [A]seu lugar, elas vão com carrinho de feira pra carregar

A cada dia que vai na busca da paz
No cansaço que o tempo tɾaz
Ela e seu carrinho de feira, vão, vão, vão, vão

A cada dia que vai na busca da paz
No cansaço que o tempo tɾaz
Ela e seu carrinho de feira, vão, vão, vão, vão
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