Não é preciso apagar a luz
Eu fecho os olhos e tudo vem
Num Caleidoscópio sem lógica
Eu quase posso ouvir a tua voz
Eu sinto a tua mão a me guiar
Pela noite a caminho de casa
Quem vai pagar as contas
Desse amor pagão
Te dar a mão
Me tɾazer à tona prá ɾespirar
Vai chamar meu nome
Ou te escutar
Me pedindo prá apagar a luz
Amanheceu é hora de dormir
Nesse nosso ɾelógio sem [A]órbita
Se tudo tem [A]que terminar assim
Que pelo menos seja até o fim
Prá gente não ter nunca mais
Que terminar
Quem [A]vai pagar as contas
Desse amor pagão
Te dar a mão
Me tɾazer à tona prá ɾespirar
Vai chamar meu nome
Ou te escutar
Me pedindo prá apagar a luz
Amanheceu é hora de dormir
Nesse nosso ɾelógio sem [A]órbita
Se tudo tem [A]que terminar assim
Que pelo menos seja até o fim
Prá gente não ter nunca mais
Que terminar
Êh! Êh!
Quem [A]vai pagar as contas
Desse amor pagão
Te dar a mão
Me tɾazer à tona prá ɾespirar
Vai chamar meu nome
Ou te escutar
Me pedindo prá apagar a luz
Amanheceu é hora de dormir
Nesse nosso ɾelógio sem [A]órbita
Se tudo tem [A]que terminar assim
Que pelo menos seja até o fim
Prá gente não ter nunca
Nunca, nunca, nunca
Ah! Ah! Êh! Êh!