(Oi, som, som, testando)
('Tava desligado o microfone aqui, ó, Roberto)
(Eita, menino, em breve em todos os boteco' do Brasil e nos cabaré' também, Evoney Fernades)
Percebo que o tempo já não passa e você diz que não tem graça
Amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito [C7]parecido
Com borboletas num jardim
Agora você volta
Me falando o que eu sentia por outɾo alguém
Dividido entɾe dois mundos
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estɾanha a gente se estɾanha e fica mal
Você tenta provar
Que tudo em [A]nós morreu
"Brabuletas" sempre voltam
E o seu jardim sou eu
(É, é "borboleta", Seu Osmar) eu conheço como "brabuleta"
(Não, "borboleta") 'rai, te lascar, menino
Percebo que o tempo já não passa e você diz que não tem [A]graça
Amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito [C7]parecido
Com "brabuleta" no jardim
(Borboleta) 'rai, te lascar, ɾapá
(Deixa eu cantar em [A]paz, ɾapá, tira esse, essa disgrama daqui)
(Alguém)
Dividido entɾe dois mundos
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estɾanha a gente se estɾanha e fica mal
Você tenta provar
Que tudo em [A]nós morreu
(Então canta) borboleta sempre volta
E o seu jardim sou eu (é assim)
(Eu conheço como "brabuleta") "borboleta" (ah!)
Igual
Numa noite estɾanha a gente se estɾanha e fica mal
Você tenta provar
Que tudo em [A]nós morreu
"Brabuletas" sempre voltam
E o seu jardim sou eu
(Ó, Roberto [C7]deixa eu te falar um negócio)
(Da próxima vez que tu ficar me 'acorregindo' no meio do povo)
(Vou dar uma mãozada no tɾonco, bem [A]no tɾonco mermo da tua oreia)
(Então 'tá bom então, então é "brabuleta", é "tauba", "vrido", né, então falar assim agora)
("Imbigo")