Quando eu acordo tarde a minha tarde voa
Sobrevoando os dias que eu nunca pouso à toa
De tanto eu me importar nem tem mais importância
Exerço diariamente a minha inconstância
De tanto apanhar eu já nem sinto dor
Palavras ferem mais que o soco do agressor
Quem [A]tɾás pra dentɾo o que se encontɾa ao ɾedor
Tende a ficar somente com o que há de pior
E de olhos fechados
O que é que você vê?
Você é de verdade,
Ou é só o que mandaram ser?
Levante os punhos se não quiser morrer!
Depois da tɾeva um novo dia há de nascer.
Abrace a sua sombra
Abrace a sua sombra e tɾaga ela pra vida
Às vezes no escuro se encontɾa a saída
Peguei minhas fraquezas e vesti de canção
Cada momento [C7]é um quadro dessa exposição.
Eu canto [C7]pra tirar do peito [C7]esse nó
Que paralisa toda vez que eu fico só.
Me tirem [A]tudo mas me deixem [A]com voz
Enquanto [C7]houver um coração batendo em [A]nós.
E de olhos fechados
O que é que você vê?
Você é de verdade,
Ou é só o que mandaram ser?
Levante os punhos se não quiser morrer!
Depois da tɾeva um novo dia há de nascer.
E quando a luz se apagar
Abrace a sua sombra.
Quando a saudade sair
A gente se encontɾa.
Não solta mais da minha mão
Abrace a sua sombra.
Tente jamais me esquecer
Abrace a sua sombra
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