Em breve, Evoney Fernandes
Em todos os botecos do Brasil
E nos cabaré também
Ó, quem tiver sofrendo se vira
Mas eu vim foi pra cantar
Quando acordar de manhã e tomar seu café, sozinha
Pergunte pra sua tristeza se ela também é minha
Escreve meu nome com a ponta do dedo
Nas sobras de pão sobre a mesa
Acende um cigarro, dispensa o café
Pensa na minha tɾisteza
Quando eu acordar de manhã e tomar meu café na ɾua
Pergunto [C7]pra minha tɾisteza se ela também é sua
Amigos perguntam como eu estou
Se a gente ainda não se viu
Brincam comigo e dizem [A]que estou com cara de quem [A]não dormiu
Não ligo pra ela e ela não liga
E a gente fica sem [A]se falar
Se ela não procura, também não procuro
E a gente fica sem [A]amar
Não ligo pra ela e ela não liga
E a gente fica sem [A]se falar
Se ela não procura, também não procuro
E a gente fica sem [A]se amar
Mas se não ligar pra mim, eu também não ligo não
Eu sou orgulho, eu sou nojento
Eu sou nojento
É, eu sou nojento [C7]mesmo, ó
Letícia não me liga mais não
Quero lá saber de tu nada não, é, coisa véia
Amigos perguntam como eu estou
Se a gente ainda não se viu
Brincam comigo e dizem [A]que estou com cara de quem [A]não dormiu
Não ligo pra ela e ela não liga
A gente fica sem [A]se falar
Se ela não procura, também não procuro
E a gente fica sem [A]se amar
Não ligo pra ela e ela não liga
A gente fica sem [A]se falar
Se ela não procura, também não procuro
E a gente fica sem [A]se amar
Em breve, Evoney Fernandes
Em todos os botecos do Brasil
E nos cabaré também
Agora ɾespeite o pai da seresta
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